'Fui vítima de um golpe', diz Luisa Mell sobre polêmica com troca de nomes de instituto

A entidade, então, rebateu as críticas, alegando que ela nunca fez doações. "Fui vítima de um golpe"...

'Fui vítima de um golpe', diz Luisa Mell sobre polêmica com troca de nomes de instituto

'Fui vítima de um golpe', diz Luisa Mell sobre polêmica com troca de nomes de instituto

A entidade, então, rebateu as críticas, alegando que ela nunca fez doações. "Fui vítima de um golpe", destacou Luisa.

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01/05/23 18:15 ‧ Há 6 Horas por Folhapress

Fama LUISA-MELL

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Luisa Mell se pronunciou no final da tarde deste domingo (30) sobre o episódio envolvendo a organização que levava seu nome, mas agora se chama Instituto Caramelo, em homenagem ao cachorro mais popular do Brasil. Alguns internautas criticaram a alteração nas redes e alegaram também que muitas doações eram feitas por causa da participação da apresentadora e ativista. A entidade, então, rebateu as críticas, alegando que ela nunca fez doações. "Fui vítima de um golpe", destacou Luisa.

"Há duas semanas relatei aqui que já tinha perdido o controle no Instituto e que estava lutando para recuperá-lo. Sou presidente fundadora e principal responsável civil e criminal. Sempre me doei. Doei, minha saúde, meu tempo, minha imagem, meu trabalho, meus contatos", começou a apresentadora assustada com a repercussão da polêmica.

Luisa prosseguiu no seu desabafo. "Lembrando ainda que eu nunca tive salário. Já pedi dinheiro aqui, supliquei e me humilhei pedindo dinheiro. Só para o Instituto ter condições de se manter, mas a partir do momento que descobri parcerias feitas em meu nome sem a minha autorização e com condições absurdas, resolvi não delegar mais responsabilidades. Aí virei inimiga", comentou.

Para terminar, Mell acusou o agora Caramelo de um golpe: "Diante da minha postura de não aturar mais nada que não tivesse minha autorização, visto que usavam meu nome e imagem, fui vítima de um golpe onde mudaram o regime para que eu não pudesse decidir mais nada. Como eu poderia continuar pedindo dinheiro para o Instituto?", questionou.

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